Submitted by Anonymous (not verified) on Sun, 10/05/2014 - 15:54
Inicia-se mais um ano letivo marcado por um sem número de medidas atrabiliárias, insensatas e retrógradas que estão a lançar a educação no abismo
Colega!
Inicia-se mais um ano letivo marcado por um sem número de medidas atrabiliárias, insensatas e retrógradas que estão a lançar a educação no abismo.
Trinta anos de esforços hercúleos na área da Educação, nomeadamente no que concerne ao combate ao analfabetismo, ao abandono e ao insucesso escolar, podem ser postos em causa por um Executivo que está apenas preocupado com a “conta de merceeiro” que a educação despende.
Submitted by Anonymous (not verified) on Sun, 10/05/2014 - 15:54
Propostas do Governo são penalizadoras, injustas e perversas. A serem vertidas em forma de lei, os sindicatos da UGT pedirão a sua inconstitucionalidade
SPZC rejeita liminarmente qualquer corte nas pensões
Propostas do Governo são penalizadoras, injustas e perversas. A serem vertidas em forma de lei, os sindicatos da UGT pedirão a sua inconstitucionalidade
Realizou-se neste dia 25 de Setembro de 2013 a reunião de negociação suplementar da Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP), UGT, tendo em vista o sistema de convergência de pensões da Caixa Geral de Aposentações com o regime geral de Segurança Social, com o secretário de Estado da Administração Pública.
Submitted by Anonymous (not verified) on Sun, 10/05/2014 - 15:54
SPZC rejeita a imparável onda de desvalorização dos trabalhadores da Administração Pública. Sem sentido patriótico, os governantes continuam a vergar-se perante os agiotas internacionais e espoliam os seus concidadãos
Governo ultrapassa a decência política com anúncio de novos cortes
SPZC rejeita a imparável onda de desvalorização dos trabalhadores da Administração Pública. Sem sentido patriótico, os governantes continuam a vergar-se perante os agiotas internacionais e espoliam os seus concidadãos
O Sindicato dos Professores da Zona Centro (SPZC) não aceita que o Governo português fomente uma política de desvalorização permanente da Administração Pública portuguesa.